Protocolo do Funil- Uma orientação para fisioterapeutas

September 1, 2017

 

É sem sombra de dúvida presunçoso para um simples fisioterapeuta desejar sair do seu campo de ação específico, feito de ligamentos, músculos e articulações, para se expressar sobre a saúde e a evolução da patologia em geral.

 

Não existindo perfeição, não é tão simples quanto parece, definir o estado de boa saúde. Alguns de nossos pacientes com morfologia nitidamente alterada, têm a sorte de não apresentar nenhuma sintomatologia. Outros, visivelmente mais equilibrados se queixam de dores diversas por vezes invalidantes. É preciso verificar nisso, uma primeira causa: a detonação macroscópica indolor não degenera sistematicamente em lesões microscópicas dolorosas.

 

Na ausência de uma perfeição mítica que ninguém pode atingir, a qualificação de saúde se reduz então à seguinte definição: mecanismos de defesa e de compensação bem em forma, permitindo se dedicar, sem problemas, às atividades cotidianas.

 

Por mais orgulhosos que sejamos de nossa inteligência discriminatória, é preciso efetivamente sobre aspecto médico, revisar antes de tudo, nossos diferentes sistemas automáticos de regulagem, pois são eles que garantem nossas funções vitais. Esses mecanismos automáticos de defesa devem obrigatoriamente responder a três regras:

 

  1. Primeira regra: Salvaguardar as funções essenciais.

  2. Segunda regra: Suprimir distúrbios ou dores, se não estiverem em contradição com a primeira regra.

  3. Terceira regra: se auto-proteger, quer dizer não se auto agredir, se não estiver em contradição com a primeira e segunda regras.

 

 

 

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